Construindo e Reformando

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

FRANKE COMPLETA 100 ANOS



Fundada no início do século passado por Herman Franke na cidade de Rorschach, na Suíça, a Franke está completando 100 anos. A empresa surgiu desenvolvendo produtos para instalações sanitárias, e após a primeira Guerra Mundial passou a desenvolver produtos em aço e aço inoxidável, alavancando suas vendas no final da década de 30, quando chegou a produzir 50 milhões de pias para cozinhas e banheiros. Hoje, os produtos são utilizados em mais de 100 milhões de cozinhas.

Entre os anos de 1935 e 1936 construiu sua nova fábrica em Aarburg, também na Suíça, onde mantém a sede da empresa até hoje. No início da Segunda Guerra Mundial, Herman Franke faleceu e seu filho Walter assumiu a empresa. Durante toda a guerra, a empresa passou a fabricar muitas peças, aumentando seu quadro de funcionários, e no final da década de 40 a Franke começou a desenvolver seus sistemas de cozinha chegando a exportar para vários países, inclusive os Estados Unidos.

A partir da década seguinte, os negócios da Franke passaram a expandir rapidamente e surgiu, assim, a oportunidade de fundar sua primeira filial fora da Suíça. A nova unidade “internacional” nasceu na Alemanha empregando 750 pessoas.

Criou-se, então, a “Divisão Comercial de Cozinhas”, conhecida atualmente como a “Franke Kitchen Systems”. Nesses últimos 60 anos a empresa suíça cresceu constantemente e passou a expandir seus negócios por todo o mundo, com 75 unidades implantadas em diversos países, até mesmo no Cazaquistão. O faturamento do grupo gira em torno de 2,9 bilhões de francos suíços; esse número convertido equivale a cerca de R$ 5 bilhões e emprega 11 mil pessoas no mundo inteiro.

Nos anos 80, a empresa foi comprada pelo amigo e parceiro de Walter Franke, Michel Pieper, que está na presidência do grupo até hoje e transformou a Franke num dos mais importantes grupos corporativos do planeta, com a produção completa de sistemas de cozinha, que vão desde pias e cubas até fornos e micro-ondas, sistemas de bebidas, foodservice, máquinas industriais para serviços de café e sistemas de banheiros
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quarta-feira, 29 de junho de 2011

9 perguntas sobre cozinhas

Tire suas dúvidas sobre coifas, medidas de bancadas e revestimentos  



1-    O que devo levar em consideração na hora de escolher a coifa?




Antes de mais nada, é preciso considerar o tamanho do fogão. “Ela deve cobrir toda a superfície do eletrodoméstico. Em geral, para um fogão de seis bocas, a medida-padrão das coifas é 90 cm de largura”, explica o técnico Charles Lucas, da Aki Coifas. A posição do fogão também conta: há modelos de parede e os que ficam sobre ilhas de trabalho. Em geral, estes custam mais caro. Deve-se atentar também para o uso: “Para quem cozinha todos os dias ou para quem faz muita fritura, é aconselhável escolher uma coifa mais potente”, diz a arquiteta Lays Sanches, do escritório de Lili Vicente de Azevedo. Nesse caso, a potência tem a ver com a vazão, ou a capacidade de expelir os gases. Os níveis de vazão vão de 600 m³/h a 1 900 m³/h. As coifas sobre ilhas geralmente precisam ser mais potentes, pois ficam mais sujeitas à passagem de correntes de ar. Detalhe: as coifas têm sua eficiência garantida quando instaladas entre 75 e 85 cm acima do fogão.


coifa 1







coifa 2








coifa 3









coifa 4










2. Qual a altura certa da bancada da pia, dos armários superiores, do nicho para o micro-ondas e do forno embutido? Deve-se levarem conta o tamanho dos usuários?

Segundo o designer Fabiano Moutran, que faz projetos na Elgin Cuisine, a altura ideal para a bancada da pia varia de 89 a 93 cm. “É uma medida confortável, independente da altura do usuário, e permite a instalação de uma máquina de lavar louças sob o tampo”, explica. Já o designer Décio Navarro costuma trabalhar com alturas de 85 a 90 cm. “Numa moradia de solteiro, até pode-se levar em conta a altura do usuário, mas não funciona no caso de uma família”, diz. A base dos armários superiores pode ficar de 1,40 a 1,70 m do piso. Se instalados sobre a pia, o vão pode começar em 45 cm e chegar a 70 cm. “Lembre também que o armário superior é menos profundo, com 35 cm, para evitar que o usuário bata a cabeça. Os armários de baixo têm 60 de profundidade, em média”, afirma Fabiano. As alturas para os fornos elétrico e de micro-ondas variam, mas, em média, o eixo do elétrico fica a 97 cm do piso, enquanto o centro do micro-ondas é posicionado de 1,30 a 1,50 m.





3. Como escolher entre granito, Corian, Silestone e aço inox para a bancada da cozinha? Quais as vantagens e desvantagens de cada material?
Para a arquiteta Claudia Mota, do Ateliê Urbano, o preço acaba sendo o grande limitador da escolha:“Todos são materiais bons, mas Corian, Silestone e aço inox são mais caros”. De fato, o granito, pedra abundante no Brasil, tem preços mais em conta, que vão de 285 a 750 reais o m². Já Corian e Silestone, importados, custam cerca de 1,5 mil reais o m². O aço inox vale mil reais o metro linear, em média. Um quesito importante para os arquitetos entrevistados é, sem dúvida, a porosidade do material. Afinal, no tampo se apóiam vários tipos de substâncias e alimentos e um material mais poroso pode absorver comida e bebida, dificultando sua limpeza. Nesse caso, o granito sai perdendo: ele tem de 0,1 a 0,3% de porosidade, enquanto Silestone vai de 0,01 a 0,02%. O aço inox e o Corian têm porosidade nula. “De todo jeito, o grau de absorção do granito é tão pequeno que não justifica abrir mão desse material”, diz o geólogo Cid Chiodi, consultor da Associação Brasileira das Indústrias de Rochas Ornamentais.

O Silestone, uma pedra sintética (93% de sua composição é quartzo), só não deve ficar em contato com calor acima de 250 ºC. “A exposição direta ao sol também pode fazer a resina usada na fabricação descolorir”, diz Matheus Hruschka, gerente de marketing da marca. “O Corian também pede cuidados com panelas quentes, pois o contato faz o material dilatar e até rachar”, diz Roberto Albanese, gerente da revendedora Alpi. Sujeitos a riscos, o Corianpode ser renovado pelo próprio usuário com uma bucha abrasiva. Já o aço inox deve ficar longe de qualquer produto abrasivo. “Sua desvantagem são os riscos”,diz a arquiteta Vanessa Monteiro.

Silestone


Corian








Granito


Aço inox











4. Como deve ser a iluminação da cozinha?

“Nas áreas de trabalho – pia, fogão e ilha–, a iluminação deve ser pontual, com spots de luz direcionados. O restante do ambiente pode ter uma luz mais geral”, diz a arquiteta Regina Adorno. O arquiteto Conrado Heck acrescenta: “As luzes pontuais devem ficar exatamente sobre a bancada de trabalho. Se estiverem atrás do usuário, podem causar sombra”. Quem tiver mesa para refeições pode colocar um ponto de luz sobre ela na forma de pendente, plafond ou lâmpadas embutidas no forro. Para que a iluminação geral seja acolhedora, Conrado aposta na combinação de lâmpadas fluorescentes em alguns pontos e de incandescentes em outros.






“Nas áreas de trabalho – pia, fogão e ilha–, a iluminação deve ser pontual, com spots de luz direcionados. O restante do ambiente pode ter uma luz mais geral”, diz a arquiteta Regina Adorno. O arquiteto Conrado Heck acrescenta: “As luzes pontuais devem ficar exatamente sobre a bancada de trabalho. Se estiverem atrás do usuário, podem causar sombra”. Quem tiver mesa para refeições pode colocar um ponto de luz sobre ela na forma de pendente, plafond ou lâmpadas embutidas no forro. Para que a iluminação geral seja acolhedora, Conrado aposta na combinação de lâmpadas fluorescentes em alguns pontos e de incandescentes em


X Fe
5. Qual deve ser o tamanho da cozinha para comportar uma ilha? E qual deve ser a medida mínima da ilha?



Não há um tamanho ideal para uma cozinha com ilha desde que a área permita que a circulação em torno dela tenha pelo menos 70 cm. Caso existam armários instalados em volta da ilha, a circulação confortável é de 1,10 m, assim existe espaço suficiente para abertura das portas. O tamanho da ilha também não segue um padrão, mas, segundo a arquiteta Regina Adorno, sua presença só se justifica se, além do fogão, ela comportar uma bancada de trabalho ao lado de pelo menos 50 cm de largura.



6. Qual o material e a cor ideais do piso da cozinha? Como limpá-lo?





Aqui, os profissionais entrevistados são unânimes: “Não existe piso ideal. A escolha vai do gosto, do bolso e do uso”, diz o arquiteto Conrado Heck. Ou seja, tudo é permitido. “O importante é saber cuidar. Seja qual for a escolha, prefira um material fácil de limpar, que peça apenas pano úmido e um produto de limpeza. Hoje em dia, o ideal é não lavar, pois as cozinhas nem têm mais ralo”, afirma a arquiteta Claudia Haguiara. De qualquer modo, Claudia recomenda cerâmica ou porcelanato para quem faz muita fritura, pois a limpeza será mais freqüente. Ela também aposta em cores claras quando o ambiente é pequeno. Nesse caso, Conrado ainda procura usar placas pequenas. “Peças grandes parecem diminuir ainda mais o tamanho do espaço”, completa.



7. Armários feitos por marceneiros ou comprados em lojas especializadas. Qual a melhor escolha?



A arquiteta Beatriz Meyer prefere armários de lojas, “pois há mais tecnologia agregada. Como são especialistas, eles têm mais acessórios, como amortecedores de gavetas. Além disso, o projeto é otimizado e o espaço parece render mais”. Assim mesmo, Beatriz concorda que há situações que somente a marcenaria sob medida pode resolver. O armário de 20 cm de profundidade de sua cozinha, por exemplo, foi feito por marceneiros. Já o arquiteto Conrado Heck aposta na marcenaria. “Os módulos de cozinhas planejadas têm medidas muito estabelecidas, e nem sempre se consegue aproveitar todo o espaço disponível”, afirma.


8. Tenho visto nas revistas que já não se usam mais azulejos em todas as paredes da cozinha, mas apenas na área da pia. Qual a tinta indicada para as demais paredes?



Para a arquiteta Claudia Mota, do Ateliê Urbano, o uso de algum revestimento cerâmico ou de pastilhas de vidro na parede continua sendo aconselhável para quem usa a cozinha com muita frequência. “Se há o preparo de refeições diário ou se é feita muita fritura, essa proteção ainda é válida”, diz. Em caso de menos uso, Claudia aconselha a pintura com tinta epóxi, que, por ser lavável, tem uma limpeza mais fácil. Já o designer Décio Navarro não vê problema em ter a pintura mesmo em casas onde se cozinha todos os dias. “Se houver uma boa coifa, a gordura é eliminada”, diz ele, que sempre usa tinta acrílica em seus projetos. Os dois profissionais não abrem mão de cobrir a parede da pia e do fogão com placas cerâmicas ou de vidro. “É mais fácil limpar e evita a infiltração de água”, ressalta Claudia.


9. Qual a vantagem de ter cooktop e forno elétrico, em vez de um fogão convencional? Qual a posição ideal desses eletrodomésticos?

Por serem separados, o cooktop e o forno podem ser instalados onde for mais prático para o usuário. O espaço sob o cooktop fica vago para armários, enquanto o fogão convencional não permite isso. “Já o forno pode ser posicionado de modo que a pessoa não precise se abaixar para colocar ou retirar pratos”, diz a arquiteta Claudia Haguiara. Mas o ideal é que cooktop e forno tenham uma bancada de apoio próxima. No quesito tecnologia, o gerente de serviços da Whirlpool (marca que detém a Brastemp, entre outras), Dario Pranckevicius, defende que os cooktops e os fornos elétricos possuem funções pré-programadas que facilitam a vida. “Além de cozinhar com mais eficiência, pois têm mais posições de temperatura”, diz. Em relação ao consumo de energia, um estudo da empresa mostrou que, quando comparados o cooktop a gás, o cooktop elétrico e o fogão convencional, o custo em reais da fervura de 2 litros de água foi igual para todos.



FONTE: http://casa.abril.com.br/materias/cozinhas/9-perguntas-cozinhas-433132.shtml

Reportagem Visual: Zizi Carderari e Isabella Mendonça (assistente)
Texto: Lucila Vigneron Villaça
Fotos: Evelyn Müller
Ilustrações: Carlos Campoy



terça-feira, 28 de junho de 2011

Construindo ou Reformando e agora??: Cuidados que devem ser tomados ao comprar argamass...

Construindo ou Reformando e agora??: Cuidados que devem ser tomados ao comprar argamass...: "ATENÇÃO SENHORES (AS) CONSUMIDORES(AS). CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS AO COMPRAR ARGAMASSAS COLANTES TIPO AC-I Desde de 2001, o Sinaproc..."

Cuidados que devem ser tomados ao comprar argamassas colante tipo AC-I

ATENÇÃO SENHORES (AS) CONSUMIDORES(AS). CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS AO COMPRAR ARGAMASSAS COLANTES TIPO AC-I 


Desde de 2001, o Sinaprocim (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento), pensando mais uma vez no bem do consumidor final, assim como em seus parceiros lojistas, implementou o Programa Setorial da Qualidade de Argamassas Colantes, PSQ, objetivando garantir o cumprimento dos fabricantes de produtos afins, estabelecendo a conformidade com as Normas Técnicas ABNT das argamassas colantes tipo ACI comercializadas no Brasil, melhorando, desta forma, o desempenho deste produto. O relatório setorial, publicado em abril/2010, divulga a lista de empresas não-conformes, ou seja, empresas que não obedecem às normas estabelecidas pela ABNT. O não cumprimento das regras estabelecidas e especificadas, por fabricantes fora da relação de aprovados para a produção e comercialização do aludido produto, oferece ao mercado consumidor produtos com preços inferiores à média praticada, porém, intensifica a margem de risco quanto a durabilidade dos revestimentos onde são aplicados, comprometendo a qualidade de sua obra. A comercialização e utilização de produtos fora de especificação, responsabiliza o fabricante e o estabelecimento que intermedeia a comercialização do produto. As penalidades civis e criminais previstas pelo Código de Defesa do Consumidor compreendem a aplicação de multa, a apreensão do produto e a possível interdição do estabelecimento comercializador da argamassa.

Para informações sobre as Empresas em conformidade, acesse o link: Empresas conforme

A Biscolla Acabamentos tem parceria com a Rejuntabras. www.biscolla.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Construindo ou Reformando e agora??: PASTILHAS DE VIDRO

Construindo ou Reformando e agora??: PASTILHAS DE VIDRO: "A decoração é um ambiente a parte na construção de um ambiente, por isso, se possível tente planejar tudo com antecedência para evitar surpr..."

PASTILHAS DE VIDRO

A decoração é um ambiente a parte na construção de um ambiente, por isso, se possível tente planejar tudo com antecedência para evitar surpresas, você pode decorar todos os ambientes facilmente com a ajuda de um profissional http://www.facebook.com/#!/DriBK, caso não tenha condições de pagar um, você pode pegar dicas pela internet em diversos sites que dão dicas e principalmente as revistas de construção e decoração que podem ser os melhores alicerces na hora de você decorar e construir descentemente um imóvel.


Há vários modelos de pastilhas de vidro que podem deixar o ambiente mais bonito, desde quarto, cozinha e banheiro e até a área de churrasqueira, por exemplo, dando um ar de charme e sofisticação ao ambiente. 

No entanto, você tem planejar toda essa estilização na hora da planta, para saber em que seção irá ser utiliza essas pastilhas. Então, você pode pedir algumas idéias aos arquitetos http://www.facebook.com/#!/DriBK e engenheiros sobre como utilizar esse acessório em algum cômodo da casa. 

Uma marca bastante conhecida e renomada nacionalmente é a Vitrocolori que oferece produtos de qualidade a bons preços, para conhecer um pouco mais sobre o revestimento com pastilhas colormix você pode acessar ao site da Biscolla www.biscolla.com.br, onde você encontra toma a gama de produtos da empresa.

Se você quer algumas dicas de como utilizar pastilhas de vidro para decoração o site Casa da Editora Abril traz uma coletânea de modelos para que você possa se basear na hora de deixar o ambiente mais bonito, conheça mais acessando ao site pelo link http://casa.abril.com.br/materias/pisos/mt_266259.shtml e aproveite para ter como base como essas pastilhas deixam o ambiente mais bonito e charmoso. Com a ajuda de um profissional, você pode utilizar muito bem esse bonito acessório para deixar a sua casa ainda mais bonita.

Lembre-se sempre que todos os modelos de pastilhas de vidro da Vitrocolori estão a venda na Biscolla Acabamentos. www.biscolla.com.br

Alguns trechos desse post foram retirados do site Mundo da Tribos.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

TRITURADOR DE RESÍDUOS

O triturador de lixo doméstico apesar de ser antigo, criado no ano de 1927 por John W. Hammes e inaugurado no mercado norte-americano no ano de 1938, continua sendo uma solução atual. Ele substitui o sifão normal e é ligado à tubulação doméstica.





Tritura somente lixo orgânico (restos de frutas, legumes, ossos e cascas de ovos) que em vez de ir para a lata do lixo vai para a estação de tratamento de esgoto.



Não há estudo que comprove que o seu uso seja maléfico, pelo contrário, pesquisas internacionais comprovam que os trituradores de resíduos orgânicos têm um impacto positivo para o meio ambiente, dado que 80% do lixo orgânico escoado do triturador é de fato água.
É interessante lembrar que quase metade do lixo doméstico produzido é de origem orgânica, possibilitando, portanto que toda esta quantidade de resíduos seja escoada diretamente pelo esgoto.

Além disso, o lixo orgânico proveniente dos resíduos triturados contém nutrientes minerais e aumenta o potencial para a produção de metano nas estações de tratamento de esgoto.

No estado de São Paulo não existe nenhum movimento político com relação ao uso obrigatório do equipamento, mas em Belo Horizonte existe o projeto de lei 1371/07, em tramitação de autoria da vereadora Luzia Ferreira (PPS) que obriga a instalação de dispositivos trituradores de resíduos orgânicos em habitações com área a partir de 80 metros quadrados, com o objetivo de facilitar o tratamento e o manuseio dos resíduos nos aterros sanitários.

Hoje, os principais aterros de São Paulo estão chegando em sua capacidade máxima e a adoção deste método de descarte reduziria significamente o volume do lixo orgânico,

eliminando o mau cheiro causado pela decomposição dos resíduos orgânicos sem acompanhamento, afastando a presença de pragas como moscas, baratas e ratos, ainda reduz os custos com coleta, transporte e destinação do lixo orgânico na capital.


Nos aterros sanitários a melhora também é visível. Com uso do aparelho diminui a proliferação de germes e também gases nocivos ao meio ambiente e a população.

Fontes:


E é claro que você encontra o triturador de resíduos da Franke na Biscolla Acabamentos. www.biscolla.com.br

Triturador de resíduos de alimentos  ½ HP - FRANKE

Tratamento de Resíduos - Triturador Mr. Clean - Franke



• O mais silencioso da categoria;


• Limpa automaticamente com o uso diário;


• Possui câmara de trituração em aço à prova de corrosão e desgaste;


• Motor eletromagnético de alta rotação;


• Protetor térmico desliga automaticamente o triturador em caso de travamento;


• Garantia de 02 anos;


• 110V e 220V.

Construindo ou Reformando e agora??: DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE PORCELANATO

Construindo ou Reformando e agora??: DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE PORCELANATO: "1. O que são “Porcelanatos”? Porcelanatos são revestimentos cerâmicos cuja característica principal é ter baixíssima absorção de água, poden..."

DÚVIDAS MAIS FREQUENTES SOBRE PORCELANATO

1. O que são “Porcelanatos”?
Porcelanatos são revestimentos cerâmicos cuja característica principal é ter baixíssima absorção de água, podendo ser definida como praticamente zero.
Esta baixa absorção de água confere elevadíssimos níveis de resistência mecânica ao produto, o que lhe garante o melhor desempenho no mercado mundial de revestimentos cerâmicos.

2. O que significa e qual a origem do termo “Porcelanato”?
O termo “Porcelanato” foi cunhado na Itália e é uma palavra derivada de “Porcelana”.
“Porcelana” é, por definição, uma massa cerâmica absolutamente branca e totalmente vitrificada, comumente utilizada para fabricação de pratos, xícaras, travessas, etc, ou seja, na fabricação das chamadas “porcelanas de mesa”.
Por terem caracterísitcas técnicas muito similares às porcelanas, os revestimentos cerâmicos fabricados com este tipo de massa receberam o nome de “Porcelanatos”, o que poderia ser traduzido, de uma forma livre, como “quase uma porcelana”.

3. Que tipos de “Porcelanatos” existem?
Existem, basicamente, dois grandes grupos de produto:
Os “Porcelanatos Esmaltados” e os “ Porcelanatos Polidos”.
“Porcelanatos Esmaltados” são produtos que, a exemplo dos revestimentos cerâmicos convencionais, têm sua superfície recoberta por diferentes esmaltes, conforme o efeito e a textura desejada. Esmaltes são, na verdade, espécies de vidros que, uma vez moídos, são aplicados na base ( massa prensada ) por diversos meios, sempre de acordo com o objetivo estético desejado.
Além dos esmaltes, estes produtos podem ter, ainda, diferentes aplicações visando sempre seu enriquecimento estético ou de desempenho, através de diferentes soluções gráficas, aplicações a seco, etc.
“Porcelanatos Polidos” são produtos constituídos, basicamente, por massa porcelânica, moída, prensada e queimada em condições muito especiais, que conferem às peças a possibilidade de se efetuar um processo de polimento muito similar ao utilizado para polir pedras naturais ( mármores e granitos ). Isto tudo, para que o produto atinja os requisitos necessários em termos de absorção de água (< 0,1%) elevada resistência mecânica e baixíssima porosidade aberta, para reduzir a sensibilidade dos produtos às manchas.
Todo o processo produtivo dos porcelanatos demanda alto consumo de energia em todas as suas fases: massa mais finamente moída, prensagem a pressões mais elevadas, queima em temperaturas ainda mais altas que os produtos esmaltados e a menores velocidades de transporte das peças no interior dos fornos.
O processo de polimento, como é facilmente imaginável, além de muita água consome muita energia elétrica.
A somatória de todos estes fatores é a explicação do fato destes produtos terem preços ( custos ) consideravelmente mais altos.

4. O que significam os termos “Via Seca” e “Via Úmida” ?
São termos que definem diferentes processos produtivos da fabricação da massa de revestimentos cerâmicos.
Via Seca” é o processo onde a massa é feita a partir de 1 ou 2 argilas que são moídas sem a presença de água ( a seco ) e, em seguida, granuladas, umectadas e prensadas.
Via Úmida” é o processo onde a massa é composta, normalmente, por pelo menos 4 ou 5 matérias primas que são moídas em presença de água ( a úmido ). Após a moagem, a suspensão resultante é secada em um processo muito similar ao empregado na fabricação de leite em pó, ou café solúvel ( Atomização ou Spray – Dryer). O granulado resultante da secagem é, então, prensado.
Os porcelanatos em geral ( esmaltados e polidos ) são produzidos através de processos de via úmida. Além de investimentos mais altos nas instalações industriais para a produção por este processo, ele também demanda maiores consumos de energia, tanto na moagem como no processo de atomização ( secagem ) da massa, o que, por sua vez, se reflete no preço ( custo ) do produto.
As peças obtidas da prensagem de qualquer um dos processos produtivos acima são enviadas para a linha de esmaltação, ou diretamente ao forno, no caso de fabricação de porcelanatos polidos.

5. Quais produtos são melhores?
Os “Porcelanatos Esmaltados” ou os “Porcelanatos Polidos”?
Não há como responder objetivamente a esta pergunta, uma vez que são simplesmente produtos diferentes, ou seja, são produtos de características estéticas e físicas muito diferentes e, portanto, não diretamente comparáveis.
Cada um tem seus pontos fortes e seus pontos fracos. Podemos mencionar que, de uma maneira bastante geral, os produtos esmaltados, além de mais econômicos, têm menor sensibilidade a manchas e as técnicas produtivas envolvidas em sua produção permitem, mais facilmente, obter soluções gráficas para imitar pedras, madeiras, etc.
Já os produtos polidos, conforme descrito acima, apesar de serem usualmente mais caros e de exigirem maiores cuidados, especialmente em relação a questões ligadas a sensibilidade a manchas, conferem elevadíssimo grau de elegância e sofisticação aos ambientes, sobretudo em função do brilho especular, resultante dos processos de polimento.
Não há, no entanto, uma resposta clara e única a esta pergunta, visto tratar-se mais de uma questão associada ao gosto pessoal, e também ao poder aquisitivo de cada cliente.

6. Os porcelanatos riscam?
Sim! Sobretudo os produtos brilhantes. Como qualquer produto cerâmico, ou mesmo revestimentos de outra natureza, como madeiras, pedras, revestimentos vinílicos, etc., os porcelanatos são sujeitos a ocorrência de riscos, sobretudo quando expostos a materiais abrasivos como areias, entulhos de obras, etc.
Por esta razão, é necessário que os produtos sejam manipulados com cuidado na fase de obras e as áreas assentadas devem sempre ser mantidas o mais limpo e isentas possível de areia, entulhos, pregos, arames e demais materiais abrasivos usualmente presentes nas obras.
Proteger as áreas assentadas e limpas com auxílio de gesso, papelões, plásticos, tecidos, etc. é um procedimento que evita riscos e demais sinais de desgaste prematuro dos produtos.

7. Os porcelanatos podem ser assentados com qualquer tipo de argamassa colante?
Não! O baixíssimo nível de absorção de água destes produtos requer que seu assentamento seja feito com argamassas especiais, cuja formulação tem componentes ( aditivos químicos ) que promovem a adequada aderência ao substrato.
Recomendamos, sempre, o uso de argamassas específicas para porcelanato, tipo AC II para áreas internas e AC III para áreas externas. O ideal é recomendar sempre o uso de argamassas de fabricantes de boa procedência e seguir rigorosamente as instruções de uso de cada fabricante.
Tão importante para obtenção de um bom resultado nos painéis assentados é a qualidade da mão de obra empregada no assentamento, além da qualidade do produto e dos materiais de assentamento empregados.

8. Quais são as juntas de assentamento recomendadas?
Nos produtos normais, não retificados e também conhecidos como “Borda Plana”, a junta de assentamento recomendada é 4 mm e em nenhuma hipótese deve ser utilizada junta inferior a 3 mm.
Nos produtos retificados ( cortados ), a junta mínima recomendada é 2 mm e em nenhuma hipótese deve ser utilizada junta inferior a 1 mm.

9. Como fazer a manutenção das áreas assentadas com porcelanatos?
Os porcelanatos não exigem nenhum procedimento especial para sua limpeza e manutenção. Os procedimentos usuais utilizando água, produtos de limpeza de uso doméstico associados ao uso de panos e, eventualmente, uma escova, são suficientes para as limpezas do dia a dia.
Ocasionalmente podem ser utilizados saponáceos líquidos abrasivos, como por exemplo: Cif, Radium, Vim e similares, para a limpeza de sujidades localizadas e mais fortemente impregnadas ao produto.
O fundamental é manter as áreas o mais limpo e isentas possível de resíduos de areia, e demais materiais abrasivos.

Fonte: www.deltaceramica.com.br

domingo, 19 de junho de 2011

Construindo ou Reformando e agora??: Porque usar a cerâmica como material de revestimen...

Construindo ou Reformando e agora??: Porque usar a cerâmica como material de revestimen...: "A CERÂMICA COMO MATERIAL DE REVESTIMENTO. Apesar de suas excepcionais propriedades como material de revestimento, os materiais cerâmicos nã..."

Porque usar a cerâmica como material de revestimento (pisos e azulejos)?

A CERÂMICA COMO MATERIAL DE REVESTIMENTO.
Apesar de suas excepcionais propriedades como material de revestimento, os materiais cerâmicos não são, absolutamente, imunes a quaisquer tipos de agressões, especialmente quando se trata de revestimentos para pisos.
Os materiais cerâmicos, como qualquer outro tipo de material, têm uma série de propriedades que lhes são intrínsecas. Se, por um lado, as madeiras e os materiais sintéticos são isolantes térmicos, são também combustíveis, propagam com maior facilidade ácaros, bactérias, etc. Os materiais cerâmicos, por outro lado, têm uma série enorme de vantagens pelo fato de não serem combustíveis, serem, em geral, de fácil assepsia e termicamente mais adequados, especialmente para uso em regiões de clima quente.
No momento de escolher ou especificar um revestimento cerâmico, deve ser levado em conta quais são suas fragilidades e que cuidados devem ser tomados durante as fases de assentamento, uso e manutenção, para que se possa desfrutar por muitos anos de suas vantagens, sem que haja comprometimento estético dos ambientes.
É intrínseco aos materiais cerâmicos a fragilidade aos impactos. Assim, os produtos devem ser preservados de impactos em todas as fases: da estocagem ao transporte, manuseio, etc., até o seu uso cotidiano. Assim sendo, as áreas que usualmente são mais sujeitas a quedas de objetos podem ser protegidas por tapetes ou proteção similar.
A resistência a riscos dos revestimentos cerâmicos é variável. Porém, há uma maneira muito simples e rápida de avaliar o grau de sensibilidade dos diferentes produtos. Os de textura mais rústica, acetinada, com pouco ou ausência de brilho, são normalmente menos sensíveis aos riscos. Já os produtos brilhantes, com superfície especular (lisa) são mais sensíveis. Assim, estes necessitam de cuidados especiais desde o manuseio, no assentamento, no uso e na sua manutenção diária. Produtos com esta característica devem ser protegidos de contatos com sujidades abrasivas, especialmente areia. As áreas de acesso a ambientes assentados com produtos brilhantes devem estar protegidas por capachos ou tapetes que, neste caso, além da estética, têm um objetivo funcional.
A resistência a riscos não deve ser confundida com resistência à abrasão (PEI), pois, enquanto o risco é efeito de uma ação mecânica pontual e unidirecional, a abrasão é o efeito de desgaste por atrito ao longo do tempo, onde as ações ocorrem de forma multidirecional e de forma contínua.
As áreas mais tipicamente sujeitas à abrasão e a impactos são aquelas próximas à pia, à geladeira, sob mesas e em frente a vasos sanitários.
Nos ambientes comerciais, as áreas mais críticas são as próximas a entrada, em frente aos balcões, caixas, etc. Sempre que possível estas áreas devem ser protegidas, além de, obviamente, ser necessário observar a correta especificação dos produtos, de acordo com seu local de uso.
A limpabilidade dos revestimentos cerâmicos, em comparação aos revestimentos concorrentes, é muito boa, pois a maior parte dos produtos é facilmente limpa somente com o uso de água associada a algum detergente comum de uso doméstico. Excepcionalmente, é necessário lançar mão de algum produto de limpeza mais forte ou mesmo de algum produto contendo cargas abrasivas, mas que são, também, facilmente encontrados em supermercados e lojas de materiais de construção. Produtos com textura superficial mais rugosa, relevada, etc., naturalmente possuem maior propensão a reter sujidades. Nestes casos, a limpeza poderá exigir o uso de escovas com cerdas plásticas para auxiliar a remoção dos resíduos.
O “sistema revestimento cerâmico” é composto pelo tripé “ revestimento, mão de obra e materiais de assentamento”. Para a obtenção de um resultado satisfatório é fundamental que haja equilíbrio entre todos os componentes do tripé, entendendo, por equilíbrio, haver qualidade intrínseca de cada um dos componentes.
Simplificando: que sejam utilizados produtos de boa qualidade (revestimento cerâmico e materiais de assentamento) e, também, mão-de-obra bem treinada e experiente. Basta somente um dos componentes do tripé não atender os requisitos mínimos de qualidade, para comprometer a qualidade final de todo o sistema.
Observando os aspectos acima e tomando os cuidados recomendados em relação aos pontos críticos, você poderá desfrutar, por muito tempo, das vantagens de um tipo de revestimento que tem sua origem nos elementos básicos da natureza: a terra, o fogo e o ar, e que, a milhares de anos acompanha a história da humanidade.